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Bibliografia

2011 Janeiro 21

Bibliografia

- “LA CABALA DE PREDICCION” – J. Iglesias Janeiro


- “TAROT EGÍPCIO – AS JORNADA DO SER” – Nelise C. Vieira


- “OS ARCANOS MAIORES DO TARÔ” – G. O. Mebes


- “OS ARCANOS MENORES DO TARÔ” – G. O. Mebes


- “O TARÔ EGÍPCIO – UM CAMINHO DE INICIAÇÃO” – Bernd A. Mertz


- “O MANUAL DO ASTROLOGO” – Francês e Acker, S. Louis Sakoian


- “JUNG E O TARÔ” – Sallie Nichols


- “MISTÉRIOS REVELADOS DA CABALA” – William What


- “ABC DO OCULTISMO” – Papus


- “TARÔ DOS BOÊMIOS” – Papus


- “MAGUS TRATADO COMPLETO DE ALQUIMIA E FILOSOFIA OCULTA” – Francis Barrett


- “O TARÔ MITOLOGICO” – Juliet Sharman-Burke e Liz Greene


- “O TARÔ DO ANTIGO EGITO” – Doris Chase Doane e King Keyes


- “CURSO COMPLETO DE TARÔ” – Nei Naiff


- “SEGREDO DO ETERNO” – Alexandre José Garzeri


- “MAGIA DO TARÔ” – Auto descoberta – Myriam Nunes F.R.C.


- “BARALHO PETIT LENORMAND” – Geraldo Spacassassi


- “CARTAS CIGANAS / A ESTREDA DA VIDA” – Margarita Fasanella Martinez


- “TARÔ DICIONÁRIO E COMPÊNDIO” – Jana Riley

- “DOGMA E RITUAL DE ALTA MAGIA” – Eliphas Levi

- “O GRANDE ARCANO” – Eliphas Levi

- “CURSO DE TARÔ E SEU USO TERAPÊUTICO” – Veet Pramad

- “TARÔ DE CROWLEY – PALAVRAS-CHAVES” – Hajo Banzhaf e Brigitte Theler

- “O LIVRO DE THOTH” – Aleister Crowley

-”O CONHECIMENTO DA ASTROLOGIA” – Ana Maria Costa Ribeiro

-”ASTROLOGIA E MITO” – Roberto Sicuteri

-”OS ASTROS E O AMOR” – Liz Greene

-”QUALIDADES PRIMITIVAS DA ASTROLOGIA” – Gregorio Queiros

-”ASTROLOGIA PSICOLOGIA E OS 4 ELEMENTOS” – Stephen Arroyo

-”ASTROLOGIA – A EVIDÊNCIA CIENTÍFICA” – Percy Seymour

-”CÉU, MISTÉRIO E MÁGIA” – Jean Pierre Verdet

-”LIVRO DE OURO DO UNIVERSO” – Rogerio Mourão

-”O GRANDE LIVRO DA ASTROLOGIA” – Julia Parker

-”HIERÓGLIFOS, SÍMBOLOS E DEUSES DO ANTIGO EGITO” – Paulo Cesar Razec

Significados da Palavra “TARÔ”

2011 Janeiro 21

Significados da Palavra: “TARÔ

TAR = caminho, trilha / RO = real, rei, imperial. (Egito)

“Caminho Real”

ATOR = divindade da iniciação (Egito)

TORA = instrução, indicação (Hebraico)

AROT = trabalhar (Grego)

OTAR = ouvir (Grego)

ORAT = língua, palavra (Latim)

ROTA = roda do ser (Latim)

RATO = concretização (Latim)

“Sem o Tarô a magia dos antigos é um livro fechado e torna-se impossível desvendar quaisquer dos grandes mistérios da Kaballah”. (Eliphas Levi)

Os Sete Princípios Herméticos

2011 Janeiro 21

Os Sete Princípios Herméticos

1º) Princípio do Mentalismo
O todo é mente; o Universo é Mental.2º) Princípio da Correspondência
Assim como em cima, assim é embaixo; assim como embaixo, assim é em cima.

3º) Princípio da Vibração
Nada permanece estático; todas as coisas se movem e vibram.

4º) Princípio da Polaridade
Tudo é dual; tudo possui pólos; todas as coisas são constituídas por pares opostos; os postos são idênticos em natureza, mas diferentes em grau; os extremos se encontram; todas as verdades são apenas meias verdades; todos os paradoxos podem ser harmonizados.

5º) Princípio do Ritmo
Tudo flui, para dentro e para fora; tudo tem sua ocasião; todas as coisas sobem e descem; a medida da oscilação para a esquerda é a medida da oscilação para a direita; o ritmo se equilibra.

6º) Princípio da Causalidade
Toda Causa produz um Efeito; todo Efeito tem sua Causa; todas as coisas acontecem com uma ordenação; o acaso é apenas um nome para uma lei não reconhecida; existem muitos níveis de causalidade, mas escapa da Lei Universal.

7º) Princípio do Gênero
O gênero está em tudo; tudo tem os seus princípios Masculino e Feminino, o gênero se manifesta em todos os planos.

As Relações entre o Mito Tarô e o Inconsciente Coletivo.

2010 Agosto 13

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Para uma melhor definição do que são os arquétipos, a psicologia analítica de Jung pode ser de grande valia. O ponto focal da consciência humana é o ego, centro de identidade contínua da consciência de existir no mundo. É o organizador consciente de impressões internas e externas, das lembranças não reprimidas e da seqüência de eventos em termos das categorias espacial, temporal e causal. No campo do Ego ainda estão as funções psíquicas mais desenvolvidas e a atitude psíquica preferencial. (Introversão ou extroversão).

A configuração das quatro funções psíquicas (sensação, pensamento, sentimento e intuição) e das duas atitudes psíquicas (introversão e extroversão), definirão um dos dezesseis tipos psicológicos possíveis. Cada um destes tipos psicológicos constituirá características de personalidades diferentes. Este é um conceito que pode ser aplicado às pessoas, ao tarô e aos personagens míticos gregos.

A partir desta análise, Jung concluiu que os símbolos arquétipos faziam parte de uma mesmo inconsciente o qual todos participam. É o chamado inconsciente coletivo, que é composto destas imagens muito antigas que foram herdadas da psique. Esses padrões de comportamento são ligados ao instinto e são uma representação simbólica [1], coletiva que se expressa na personalidade, até mesmo porque as experiências humanas básicas são as mesmas, desde o alvorecer da espécie em todas as regiões da terra.

Jung acreditava que assim como o corpo possui uma evolução histórica, a mente também possui. Nesta compreende-se o desenvolvimento biológico, pré-histórico e inconsciente da mente do homem desde a sua forma primitiva, que se assemelhava à dos animais. O inconsciente coletivo está disponível a todos os homens de maneira igual, em qualquer lugar do mundo, ou seja, não é uma aquisição individual. Os seus conteúdos – os arquétipos – são “condições prévias” à formação psíquica em geral. Ele é composto por imagens do passado ancestral, imagens míticas, predisposições ou potencialidades no responder ao mundo tal como os antepassados. Seus conteúdos independem da experiência pessoal. Consideremos por exemplo, o medo que sentimos de cobra, do escuro. Isto ocorre porque nossos antepassados experimentaram tais medos ao longo de muitas gerações. Herdamos, então, a predisposição de temer as serpentes, e cada uma a vivenciará a seu modo, considerando a experiência pessoal.

Os Arquétipos [2] seriam estas idéias inatas, simbólicas, conteúdo deste inconsciente coletivo e podem ser divididos em dois grupos básicos:

De caráter pessoal: experiências pessoais esquecidas ou reprimidas.

De caráter impessoal: correspondem a elementos coletivos, são hereditárias.

O homem nasce com muitas predisposições para pensar, sentir, agir de maneiras específicas, e as expressões de tais predisposições dependem inteiramente das experiências do indivíduo.

Tanto Freud quanto Jung perceberam que o mito se enraíza no inconsciente.Uma vez que a inspiração provém do inconsciente, e uma vez que a mente das pessoas de qualquer pequena sociedade tem muito em comum, no que diz respeito ao inconsciente, aquilo que o chamam xamã ou vidente traz a tona é algo que existe latente em qualquer rum, aguardando ser trazido à tona. Assim, ao ouvir a história do vidente, é comum alguém dizer: “há!Esta é a minha história.[3]

Ao longo da vida, os arquétipos são ativados em diversos graus, tornando-se conscientes, enquanto outros permanecem inconscientes. Por esse ângulo, pode-se afirmar que toda a mitologia é uma projeção destes conteúdos do inconsciente coletivo e que os arquétipos são matérias fundamentais ao mito.

O estudo dos mitos e arquétipos é fundamental ao homem, principalmente no que Jung chama de Self [4] ou processo de individuação. Este processo ocorre quando conseguimos um equilíbrio saudável entre o consciente e o inconsciente:

(…)O processo profundo e íntimo que ele designou como processo de individuação, o qual não é senão o nascimento gradual de outro eu (que denomina o si mesmo), superior ao eu ou ego ordinário.[5]

Esse processo de individuação, para ser algo saudável, é necessário que haja trocas entre a consciência e a inconsciência, sem uma nem outra prevalecer. Por isso, nasce um mediador, o “si mesmo”, que traduz os conteúdos inconscientes para a consciência. É diante deste processo de individuação saudável que devemos analisar os mitos e arquétipos. Se estes são imagens do inconsciente, podemos trazê-las a luz, para que possamos aspirar um ideal espiritual.


[1]Símbolo – Aquilo que por um princípio de analogia, representa ou substitui outra coisa, ou que por sua forma ou sua natureza, evoca, representa ou substitui, num determinado contexto, algo abstrato ou ausente.

[2]Grego Arkhetypos, etimologicamente significa modelo primitivo.

[3] Campbell, p.61.

[4] SELF (si-mesmo): O self é o arquétipo central da personalidade, é o “Grande Homem”. Representa a totalidade da psique, é o centro regulador que abarca tanto o consciente quanto o inconsciente.

[5] Anônimo – Meditações sobre os 22 Arcanos do Tarô,p.165

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2010 Março 16
Publicado por kamal

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